quarta-feira, 10 de abril de 2019

O caldo da noite prenhe de mim mesmo escorre entre nossas pernas,
nas arestas de todas as Eras,nas placas de gelo,nos cumes dos vulcões vivos/Eu devo verte varizes em livros,coágulo em ponte elevadiças/Se sou poeta dos homens e das mulheres,também berro para as feras do profundo,para as borboletas que saem de tua vagina... adorada/Meu porto é teus pés,minha janta, o cruzeiro do sul e a estrela cor de corais que penetra teus ouvidos /Vem morar comigo no canto do olho do novo dia que se aproxima com a velocidade de um beijo/Tento te esquecer, mas os trovões não permitem,o peixes que percorrem o meu e o teu fluxo sanguíneo saltitam de tanta claridade (edu planchêz)

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cidades de mentira ---------------------- minha alma geotérmica, o artista de mim sopra a flauta, a fruta das notas anormais das cançõe...