cidade travada ( edu planchêz )
-----------
os canhões do reino interior exterior
do outrem se agitam
em minha direção,
fora do planeta
dos que não se entranham
nos nervos do chão,
seguirei para a minha saborosa tarde
repleta de mananciais de silêncio,
eu sou o silêncio,
os gritos urbanos
da cidade travada
que não me pertence
quarta-feira, 10 de abril de 2019
Assinar:
Postar comentários (Atom)
cidades de mentira ---------------------- minha alma geotérmica, o artista de mim sopra a flauta, a fruta das notas anormais das cançõe...
-
eu e meu amor ( edu planchêz ) ------------------- eu e meu amor pintamos o cabelo com a mesma tinta, com as muitas canções, com as ruas de...
-
ARCA SEM COR ------------- Diego El Khouri, disse, que, muitas janelas, cá estão sendo abertas; de muitas delas, apanho com as rubras r...
-
ALFARRÁBIOS --------- eu e nosso pai atracados como crianças a festa da chuva; e dançamos e dançamos... e continuamos a dançar alfarráb...
Nenhum comentário:
Postar um comentário